segunda-feira, 24 de janeiro de 2011

Poemas etílicos (Canção do Etílico)


Minha terra tem garapa
Que se pode destilar
A cachaça que aqui é feita
Não é feita como lá

Nossa cana tem mais álcool
Nossos bares mais licor
Nossos botecos têm mais pinga
Nossa pinga é um primor

Em beber, sozinha, à noite
Mais embriagada eu fico lá
Minha terra tem garapa
Que se pode destilar

Minha terra tem etílicos
Que tais não encontro cá
Em beber- sozinha, à noite-
Mais embriagada eu fico lá
Minha terra tem garapa
Que se pode destilar

Não permita Deus que eu morra
Sem que eu volte a tomar
Sem que beba a tal cachaça
Que não encontro por cá
Sem qu´inda prove a garapa
Que se pode destilar

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